Desde cedo, aprendi que a advocacia não é apenas sobre leis, mas sobre pessoas. A escolha pelo Direito Médico nasceu de dentro de casa: tenho um irmão neurodivergente e vivi de perto os desafios de acesso à saúde, respeito às diferenças e garantia de direitos. Essa experiência pessoal me fez enxergar a advocacia não apenas como profissão, mas como missão.
Minha trajetória foi construída com dedicação, estudo e, principalmente, empatia. Mais do que processos, vejo histórias. Mais do que clientes, encontro famílias que confiam em mim para proteger o que têm de mais valioso: a saúde e a dignidade.
Atuo com ética e firmeza, mas sem perder a humanidade. Acredito que cada caso merece um olhar atento e individualizado, porque por trás de cada demanda existe alguém que está lutando por cuidado, respeito e justiça.
Escolhi o Direito Médico porque acredito que saúde não é favor — é direito. E o meu compromisso é lutar para que esses direitos sejam respeitados.